Alameda da Encarnação, Lisboa, 1951
Lembrando o passado podemos compreender melhor o presente....r
Um pouco de história não faz mal a ninguém...conhecimento é poder...poder saber...poder conhecer...poder dialogar....poder levar aos outros ...não calar na hora de falar por não saber o quê!!

Lisboa
- Praça dos Restauradores - (1920) Foto de Autor não identificado
(Praça dos Restauradores nos anos 20 do século passado)
Sabia
que o Tejo serviu como um dos mais importantes "aeroportos" para
hidroavião da historia. Na época dos colossais Clipper Lisboa era uma
das suas destinações principais para unir a Europa a América. Aviação em
Portugal o portal oficial da aviação portuguesa
Rua Garrett
[Ama com crianças em frente da montra da Alfaiataria Amieiro, fundada em 1912 e encerrada em 1919]
João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett (1799-1854) era de origem irlandesa, a grafia do seu último apelido «garet» foi por ele próprio alterada na sua assinatura para «garrett» com o objectivo que as pessoas lessem a letra tê para pronunciar correctamente o seu nome como «garrete».
Até 1880, o Chiado era o nome da rua que vai da Rua Nova do Carmo até à Praça Luís de Camões. Naquele ano, a rua passou a chamar-se Garrett. Mas o nome de Chiado persistia e teimava na língua e na memória do povo. Em 1925 foi restabelecido o nome de Chiado apenas para designar o largo que vai do alto da Rua Garrett, esquina da Rua Paiva de Andrade, até à Praça Luís de Camões. Hoje bem se pode dizer que o Chiado é mais do que a Rua Garrett e o próprio largo com este nome. É um tanto toda aquela parte da cidade que tem por eixo a Rua Garrett e o Largo do Chiado, permeada pela sua atmosfera. Dir-se-ia que um conceito mais lato e afectivo de Chiado abarca a Rua do Carmo e a Rua Nova do Almada; a Rua Ivens (antiga Rua de São Francisco, e antes, da Cordoaria Velha, onde está o Grémio Literário).
AMA de origem controversa, ama pode ter vindo do hebraico (a)êm, mãe, do aramaico amã, serva, ou do latim amma, mulher que substitui a mater, mãe, nos cuidados de alimentação e educação dos filhos, actuando também como dona de casa.
Data(s): 1912

Largo do Intendente Pina Manique
Quiosque
«Estrutura - Secção octogonal com janelas em toda a volta encimadas por motivos árabes. Cúpula metálica em forma de balão com oito gomos. Sem protecção.
Particularidades - Local de bastante concorrência.»
(Os quiosques de Lisboa, Baltazar Mexia de Matos Caeiro, p. 57)
«Resta-me dizer-te que êste Largo do Intendente, há um século, estava longe da urbanização actual, a-pesar desta se ter quedado no que era, ao tempo em que por aqui passavam os americanos» das mulas e as caravanas, a caminho de Arroios e Campo Pequeno.
Dêste Largo e da Rua dos Anjos (novamente assim chamada, depois de ter sido Rua do Registo Civil) saem, à direita, as Travessas da Cruz, do Maldonado, do Forno e da Bica - tôdas anteriores ao Terramoto - e que levam à antiga Bombarda e ao Caminho do Forno do Tijolo.»
Data(s): [Início do séc. XX]

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