Castelo de Évora monte Interior do Paço -
Santa Maria de Évora monte,
Estremoz, Évora (Portugal).
A sua localização, numa oportuna elevação em ampla planície, propiciou, desde cedo, o estabelecimento de um ponto estratégico e fortificado que, segundo a tradição, terá sido de fundação árabe. Conquistada por D. Afonso Henriques em 1166, recebeu foral de D. Afonso III em 1248 e será já em 1306 que D. Dinis manda fortificar a vila, com a construção do castelo e do circuito de muralhas que seguiam a configuração do cabeça de Évora monte. Deste sistema defensivo,
tipicamente gótico, conservam-se boa parte dos panos de muralha e as cinco portas.
Em 1531 a vila é abalada por um violento terremoto que destrói a antiga torre de homenagem e faz com que o monarca, na altura D. João III, ordene a sua reconstrução e o levantamento e restauro das estruturas defensivas consideradas necessárias. Desta tarefa encarregar-se-á D. Jaime I, Duque de Bragança. Será por esta ocasião que começam as obras de fortificação moderna, considerando agora o uso de armas de fogo. Desta campanha resultam os baluartes redondos nos ângulos das muralhas medievais e a construção de uma nova torre: o poderoso Paço de Évora monte.
Santa Maria de Évora monte,
Estremoz, Évora (Portugal).
A sua localização, numa oportuna elevação em ampla planície, propiciou, desde cedo, o estabelecimento de um ponto estratégico e fortificado que, segundo a tradição, terá sido de fundação árabe. Conquistada por D. Afonso Henriques em 1166, recebeu foral de D. Afonso III em 1248 e será já em 1306 que D. Dinis manda fortificar a vila, com a construção do castelo e do circuito de muralhas que seguiam a configuração do cabeça de Évora monte. Deste sistema defensivo,
tipicamente gótico, conservam-se boa parte dos panos de muralha e as cinco portas.
Em 1531 a vila é abalada por um violento terremoto que destrói a antiga torre de homenagem e faz com que o monarca, na altura D. João III, ordene a sua reconstrução e o levantamento e restauro das estruturas defensivas consideradas necessárias. Desta tarefa encarregar-se-á D. Jaime I, Duque de Bragança. Será por esta ocasião que começam as obras de fortificação moderna, considerando agora o uso de armas de fogo. Desta campanha resultam os baluartes redondos nos ângulos das muralhas medievais e a construção de uma nova torre: o poderoso Paço de Évora monte.
A Torre/Paço do Castelo de Évora monte é uma imponente construção de alvenaria revestida de cimento, de planta centrada com quatro bastiões ou torres ultra semicirculares nos ângulos, cada qual com uma estrutura de três tambores que estreitam de baixo para cima de forma telescópica, que fica a dever-se, na sua feição mais arcaica, à formação manuelina dos seus autores, Diogo e Francisco de Arruda e na sua feição mais moderna às inovações italia nizantes introduzidas especialmente pelo segundo destes mestres construtores.
Fonte: Direção Regional de Cultura do Alentejo


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