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Lisboa Portugal....É fundamental não esquecer a nossa história.

Lisboa Portugal....É fundamental não esquecer a nossa história.

 Voltamos um pouco ... Para entender bem o hoje precisamos lembrar do ontem..




Edifício Sede do Lloyds Bank, na Av. da Liberdade

É fundamental não esquecer a nossa história.
A 30 de Outubro de 1340, trava-se a Batalha do Salado entre Cristãos e Mouros, na província de Cádis, no Sul de Espanha.
O desfecho foi favorável aos Cristãos, comandados por D. Afonso XI de Castela (1311-1350) e D. Afonso IV (1291-1357) de Portugal, que derrotaram os exércitos dos reis de Marrocos e de Granada. A contenda constituiu um dos episódios mais importantes da Reconquista Cristã da Península Ibérica.
Aguarela de Alfredo Roque Gameiro (1864-1935).




A Calçada da Corticeira, "o Calvário das Carquejeiras do Porto" e a zona das Fontainhas, vistas de Vila Nova de Gaia, por volta de 1860.
Rua Garrett, Lisboa, 1905






Avenida da Liberdade

[Para Norte a Rotunda, hoje Praça Marquês de Pombal; do lado direito, para nascente. vê-se uma carruagem virando para a Rua Barata Salgueiro; logo acima vê-se a «torre ameada» do Palacete Conceição e Silva (v. blogue)

Já em 1859, tinha surgido a proposta de abertura de um boulevard entre o Passeio Público - a grande Alameda Arborizada - e as portas da cidade, atravessando Vale de Pereiro em direcção à Estrada da Circunvalação, em São Sebastião da Pedreira. No entanto, só em 1879, foi possível o inicio das obras, por decisão de Rosa Araújo, o dinâmico pasteleiro que foi presidente da Câmara Municipal de Lisboa, de acordo com o plano do engº. Ressano Garcia (1847–1911).

Em 1880, as obras da Avenida da Liberdade acabavam com o Passeio Público e com as Hortas da Cera e, em 1886, atingiam a Rotunda. Dum e outro lado, foram surgindo palacetes ao gosto romântico e ecléctico, de que sobrevivem alguns exemplares, por exemplo, o Palacete Conceição e Silva, erigido em 1891. No baldio, à direita, surgiria, em 1915, o Av. da Liberdade, 206-218, edifício de Domingos da Silva, Prémio Valmor desse ano

Data(s): [séc. XIX/XX]



Rua de São Paulo

Segundo o olisipógrafo Norberto de Araújo, o sítio de São Paulo «Foi de seu princípio ribeirinho, sítio mercadejador, piedoso e turbulento. É coevo do Cata-que-farás e dos Remolares, vizinho actual da Ribeira Nova. [...] Remonta ao quinhentismo, extra-muros. Em 1550 não contava como freguesia; existia como formigueiro de mareantes. [...]

«Peço-te, antes de encerrarmos êste passo de jornada, que atentes bem na fisionomia dos prédios do lado Norte da Rua de S. Paulo, na ala paralela à linha do eléctrico. Têm ainda qualquer cousa de pitoresco e de ingénuo, integrada na fisionomia pura pombalina desta área; são relíquias modestas do primeiro período da reedificação da Rua de S. Paulo, cuja artéria, como aliás a Praça, não correspondem à topografia da primeira metade do século XVIII. E já agora, contempla o semblante das lojas dos adelos, em série, como em «rua direita» da provincia. Aspecto único em Lisboa. Pois bem curioso é êste sítio de S. Paulo -

Data(s): [séc. XIX]



 [Museu de Artilharia; fachada nascente, anterior pórtico]
Largo dos Caminhos de Ferro
«O primeiro Museu , de máquinas e peças militares, foi instituído em 1842 pelo general José Baptista da Silva Lopes, Barão de Monte Pedral (cujo nome depois de 1910 crismou a freguesia de Santa Engrácia), e estava instalado na citada Fábrica de Armas a Santa Clara, onde abriu em 1851.
Só em 1876 o Museu [chamado então de Artilharia] passou a ocupar parte dêste edifício do Arsenal do Exército; era a casa, porém, insuficiente e estava velha.
Em 1895 promoverarn-se grandes obras, fazendo-se o prolongamento do edifício até ao Largo dos Caminhos de Ferro;» (*)
«Em princípios de 1901 as obras continuavam, recompondo-se a fachada do Largo do Caminho de Ferro, com magestoso pórtico de Teixeira Lopes

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